Se eu pudesse os enterraria dentro do meu ventre

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Um corpo em plena potência de afecções, seguindo o fluxo de sua natureza, personificando o arquétipo através da cena enquanto cerimônia e produzindo novas possibilidades simbólicas. Uma Medea que dança com seus próprios mitos espirituais, perigosos, impossíveis e inapreensíveis. Uma nova Luciana, que sofre múltiplas transformações, em distúrbio e delírio...
Studio na Colab55